
quinta-feira, março 08, 2007
Quando uma torcida leva o time pela mão...

quarta-feira, março 07, 2007
Duelo das marcas na Liga dos Campeões
O sorteio dos confrontos da próxima fase é na sexta e é bom a Nike cruzar os dedos. Dos três encontros com a concorrente Adidas, a empresa alemã levou a melhor em todos.
Valencia (Nike) x Internazionale (Nike)
Liverpool (Adidas) x Barcelona (Nike)
Lyon (Umbro) x Roma (Diadora)
Chelsea (Adidas) x Porto (Nike)
Bayern München (Adidas) x Real Madrid (Adidas)
Manchester United (Nike) x Lille (Airness)
Arsenal (Nike) x PSV Eindhoven (Nike)
Milan (Adidas) x Celtic (Nike)
terça-feira, março 06, 2007
Futebol-Arte (marcial)

O juiz não viu, mas isso não deve evitar um gancho merecido do jogador.Pior ainda aconteceu na partida entre Valencia x Internazionale. O apito final foi confundido com o gongo do boxe e os as duas equipes brigaram em campo, estendendo o bafafá até o vestiário. Pura demonstração de futebol-arte (marcial). Lamentável.

segunda-feira, março 05, 2007
Joelho de Aquiles

quinta-feira, março 01, 2007
Hora do Vasco pensar no Vasco
Quem paga o Pato?
Contra o Emelec, Alexandre Pato fez sua estréia no Beira-Rio. E foi o melhor do jogo. Fez ótimas jogadas, incomodou os adversários e deixou o dele na vitória por 3 a 0.
Quando a janela de contratações na Europa reabrir no meio do ano, vai ser muito difícil para o Inter manter o garoto. Candidatos não vão faltar para levar a promessa. Milan, Chelsea, Manchester United, Real Madrid... E a pergunta é: quem vai pagar o Pato?
Foto: EFE
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Melhor que Eto´o...
Ironicamente, a contusão de Obina é semelhante à sofrida por Eto´o em setembro do ano passado. A de Obina é no joelho esquerdo; a de Eto´o foi no direito.Mas vale apontar uma diferença marcante: Eto´o se machucou tentando dar um passe e saiu de maca. Obina se machucou marcando um belo gol. Saiu do jogo amparado pelo médico do Fla, chorando, depois de tentar ficar de pé para voltar para a partida. Melhor que Eto´o. Pelo menos na raça. Volta logo, Obina!
A força de um ídolo
Poder de compra
1. Real Madrid – 69%
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
E o visual do Dunga?
Ora pois...

Mas nem acredito muito nisso, já que dos três citados, quem pode realmente fazer diferença em campo provavelmente ficaria no banco. E esse é o absurdo maior: podem dizer que Ronaldinho Gaúcho não rende na seleção, isso e aquilo. Mas atualmente, quem rende? Quem tem desequilibrado com a amarelinha? Quem? Ninguém. Nenhum jogador que vem sendo chamado (e escalado) tem feito chover e relampejar, como sempre exigem que o Gaúcho faça todos os dias, todos os jogos, todos os anos.
Pelo futebol que o Brasil mostrou, sou Ronaldinho Gaúcho e mais dez. Porque com ele, pelo menos vem sempre a esperança de sair algo de bom. Confesso: torci pelo Felipão, ora pois.
Foto: Efe/Uol
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
DNA ou loteria?
Uma das notícias que mais me chamou atenção no último fim de semana foi a de uma mulher que está pedindo DNA de seis (!!!) jogadores para saber quem é o pai de um bebê que acabou de nascer.
A jovem é italiana, trabalha como garçonete e mora em Merano, província de Bolzano. Além dos seis (!!!) jogadores de futebol, dois empresários e um vereador fazem parte da lista de ‘candidatos’. A cidade, que tem 35 mil habitantes, está tão ansiosa pelo resultado e por saber quem é o ‘sortudo’ que já promove até um bolão. Na boa, é DNA ou loteria?
A imprensa e o mea culpa
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Páginas da Bola...
1 – Destino de Nilmar: precisa dizer mais?
2 – A má-relação entre Ronaldo e o Real Madrid: sinceramente, Ronaldo. Vai embora logo. O Real Madrid é um grande clube, mas todo mundo lá acredita (mesmo) que o Raúl é mais jogador que você... Não dá!
3 – O “milésimo” gol de Romário. Zzzzz...
4 – Bagunça na Ferj: quero novidades. O dia que estiver organizado, aí sim, me avisem.
5 – Leão trocando farpas com alguém.
6 – Jogadores brasileiros que vão jogar no exterior; voltam jurando que agora ficam em definitivo no Brasil e seis meses depois recebem uma proposta de qualquer clube gringo e vão embora de novo sem hesitar. Não é, Sávio?!
7 – Vaivém de liminares ratificando ou colocando sub judice as eleições do Vasco.
8 – Jogadores em fim de carreira que topam jogar os estaduais por clubes pequenos e ficam cantando de galo como se estivessem tendo o passe disputado por todos os clubes do G14.
9 - Ronaldinho Gaúcho não é “tão” craque assim: sem comentários...
10 – Mineiro sai ou fica no São Paulo?
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Real problema

Ontem (21/02) vi a partida entre Mallorca e Real Madrid, vencida pelo time merengue por 1 a 0. O belo gol de falta de Reyes não oculta um fato: o Real Madrid, atualmente, é um time apenas esforçado. Corre atrás da vitória muito menos por vocação ofensiva e muito mais porque a crise do clube morde os calcanhares de todos, do presidente aos jogadores.
Parece um paradoxo falar em crise quando time é um dos três líderes do Campeonato Espanhol. Mas essa palavra não pode mesmo se afastar do vocabulário da equipe de Fábio Capello, cuja atitude na foto acima já revela muito. Tudo – dos maus bofes deste último ao tratamento dado a Ronaldo – indica que o Real Madrid está cercado de problemas.Desde 2000, o clube apostou numa política ousada (e principalmente, cara): anunciar pelo menos um grande jogador por ano. Vieram Figo, Zidane, Ronaldo, Beckham, Owen, Júlio Baptista, Robinho... E alguns títulos: dois espanhóis (2000/2001, 2002/2003), uma Liga dos Campeões da Europa (2002), um Mundial de Clubes (2002), duas Supercopas da Espanha (2001 e 2003) e uma Supercopa Européia (2002).
Mas o que se esperava era que o time ganhasse tudo sempre. E dando espetáculo. Só que futebol não é assim. Escalação não ganha jogo, nem campeonato. Depois de 2003, o time não ganhou nada em campo mesmo faturando alto fora dele. Os grandes nomes do time fizeram o clube arrecadar em contratos publicitários, venda de produtos licenciados, camisas, excursões... Ideal para o Real Madrid “marca”; um caos para o Real Madrid “clube”. Só na temporada 2005/2006, o Real Madrid conseguiu 292,2 milhões de euros, se tornando a marca mais valiosa do futebol. Conquistou mercados mundo afora. E decepcionou seu cliente mais importante: o torcedor espanhol. Esse, que não escolhe o Real Madrid “marca”, mas o Real Madrid “clube”. Que conhece suas glórias, sua história, que vai ao estádio, aos treinos.
Legal encarar o torcedor como consumidor; ótimo ver o esporte com visão de mercado. Mas no futebol, assim como na propaganda da Mastercard, há coisas que o dinheiro não compra. Um delas é a alegria sincera, visceral e única de comemorar um título. E esse deve ser o maior objetivo de qualquer plano de marketing quando o assunto é esporte (principalmente futebol).
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Marketing ou antimarketing?
Quando as cortinas de 2006 já estavam descendo, pintou a notícia: “Vasco cria departamento de marketing”. Para o novo departamento, contrataram profissionais como Paulo Angioni, Valdir Espinosa e Marcos Duarte (ex-diretor de marketing do Flamengo). O Vasco merece parabéns? Acho que não.Antes de mais nada, vale relembrar uma coisa: no próximo dia 18, o clube completa sete anos sem patrocínio na camisa. A última vez que uma marca apareceu na camisa do clube, aliás, foi de forma patética: na final da Copa João Havelange, Eurico Miranda mandou estampar o logotipo do SBT como forma de alfinetar a Rede Globo. Alguns acharam a idéia genial; eu acho que foi um tiro no pé. O que para uns pareceu “esperteza, malandragem”, soou mesmo como falta de credibilidade, de profissionalismo, de seriedade e de autonomia. Palavras essenciais para qualquer um que queira investir no esporte. Se um dirigente coloca uma marca na camisa do seu time (sem receber um tostão sequer) apenas por birra ou diferenças pessoais, não pode ser levado a sério. E que não se esqueça o detalhe: a Globo tem contrato com os clubes por conta da transmissão dos jogos e para muitos deles – incluindo o Vasco – já adiantou receitas para que eles pudessem cobrir seus rombos financeiros. Eurico Miranda costuma dizer que o Vasco não tem patrocinador na camisa porque nenhuma empresa “paga o que o clube merece”. O que o clube merece não se discute; o que faz por merecer é outra história.
Antes fosse só isso... Mas nos últimos anos, o clube se especializou em vexames que mandam a marca “Vasco da Gama” para a lama. Sem fazer muito esforço, lembro de alguns: o não-pagamento do seguro do jogador Dener (morto num acidente de carro quando tinha contrato com o clube); volta “olímpica” de araque no campeonato carioca de 1990; as inúmeras greves de silêncio e brigas com a imprensa (geralmente quando a mídia em geral critica os mandos e desmandos do Vasco); a expulsão do maior ídolo vascaíno do estádio de S.Januário, como se Roberto Dinamite fosse um qualquer, por conta das diferenças políticas entre o ex-jogador e Eurico; o alambrado do mesmo estádio caindo na final da Copa JH; ações por quebra de contrato movidas pela Penalty e pela Umbro, duas ex-fornecedores de material esportivo do clube; eleições suspeitas e parciais, nas quais votaram até sócios sem condições de voto; inúmeros processos trabalhistas e cíveis, além de dívidas com o INSS, o FGTS e a Fazenda Nacional (sempre negadas pela diretoria). E por aí vai... Qualquer vascaíno fica de cabelo em pé lendo sites como o Consciência Vascaína ou Movimento Unido Vascaíno.
Que ninguém se engane: marketing se faz com atitudes bem mais amplas que simplesmente contratar profissionais do ramo. E convenhamos: já não era sem tempo. Anunciar a criação de um departamento desses num clube que tem a quinta maior torcida do Brasil apenas no ano de 2006 é prova do atraso que anda por lá. O futebol carioca está atrasado? Sem dúvida. Mas no Flamengo, no Fluminense e no Botafogo, a palavra “marketing” não parece ter sido descoberta agora. Eurico quer fazer marketing? OK. Talvez a melhor atitude para isso fosse renunciar ao cargo e não apenas criar um departamento. Acorda, Vasco!
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Futebol onipresente

Hoje vi essa foto maravilhosa no G1. O frio intenso que está castigando o Afeganistão. Já causou 11 mortes em Cabul. No entanto, o gelo também serve para "aquecer" o espírito esportivo, como a imagem mostra. Futebol onipresente.
Foto: Reuters
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Dez piores momentos de 2006
1. Cabeçada do Zidane: um craque como Zizou precisa usar a cabeça sempre, mas não da maneira como fez na final da Copa da 2006.
2. Vídeo do Postama: o goleiro holandês Stefan Postma, do ADO Den Haag, conseguiu ficar famoso no futebol. Mas não pela qualidade técnica... Uma ex-namorada divulgou um vídeo da relação dos dois e na gravação, ela é o “homem” da relação, graças a um apetrecho de borracha. Virou alvo de chacota no mundo. O vídeo foi para o You Tube e retirado depois (quando meio mundo já tinha visto). Mas sem dúvida, quem procurar vai achar pela Internet... Chega a traumatizar...
3. Gol de gandula: Santacruzense e Atlético Sorocaba. Ninguém lembraria dessa partida, válida pela Copa Federação Paulista, se a árbitra Sílvia Regina de Oliveira (da FIFA!!) não tivesse validado um gol de gandula, que deu o empate ao time de Santa Cruz. A árbitra foi suspensa por 30 dias, o auxiliar Marco Antônio Motta Júnior, por 15 e o time beneficiado pagou uma multa de R$ 50 mil. Barato, muito barato pelo tamanho da besteira.
4. Cobrança de pênalti do William: poucas vezes se viu um pênalti cobrado de forma tão bizarra... A cobrança rodou as TVs do mundo e a internet e, sinceramente, quanto mais a assisto, menos entendo...
5. Valdir Papel na final da Copa Brasil: Renato Gaúcho apostou em Valdir Papel para tentar os dois gols de diferença que manteria o Vasco na briga pelo título da Copa do Brasil. A aposta fez “bonito”: levou amarelo por uma falta desnecessária e dura em Renato. E aos 16 minutos do 1º tempo, assinou a “obra”: deu um carrinho no Leonardo Moura e foi expulso. Virou Valdir Papelão.
6. Frango de Robinson na Eurocopa: Croácia 2 x 0 Inglaterra. Uma imagem vale mais do que mil palavras? Que o vídeo fale por mim...
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Marta, melhor do mundo!
Brasil, país do futebol. Mas vale um adendo ao clichê: “Brasil, país do futebol masculino”. Impressionante como no país tido como o mais significativo no universo da bola, o futebol feminino nunca teve vez. Mulher, jogando bola por aqui, logo é rotulada com substantivos que acho dispensáveis.Mas vocação é vocação, ainda que nem sempre haja incentivo para que esta floresça. E não posso negar que realmente me emociona, me emociona muito, ver a Marta ganhando o prêmio de melhor jogadora do mundo pela FIFA.Ela, que tem feito chover no sueco Umea If, finalmente leva para casa o troféu que havia escapado nas duas edições anteriores.Vitória contra o machismo, contra o preconceito, contra a falta de condições e contra o estigma que futebol é coisa para homem. Não, não é. Futebol é coisa para quem tem talento. E talento nunca foi dom exclusivo de um determinado sexo. Marta, em vez de parabéns, prefiro dizer muito obrigada! Obrigada mesmo por ter marcado esse golaço para as mulheres brasileiras, como sempre, driblando tantas adversidades.
Mundo Vermelho
Que me desculpem os fãs e adeptos dos outros esportes, mas o futebol é incomparável. Só esse esporte tão imprevisível consegue ser tão apaixonante. Comprovo isso sempre e não foi diferente no último domingo, na decisão do Mundial de Clubes. De um lado, a seleção de astros internacionais que joga com a camisa do Barcelona; de outro, o ajustado time do Internacional. Vendo assim, friamente, não teria como: a taça ficaria com o Barça. Ficaria... Mas o futebol não admite futuro do pretérito. E no presente, a realidade é só uma: Internacional campeão do mundo.O Barça é melhor? Sim. Mas o Inter teve méritos. E dos grandes. Se propôs a parar o Barcelona. E conseguiu. Jogou na defesa? Sim, mas essa é uma opção do futebol, não? E no ano que a Itália ganhou a Copa jogando na defensiva e o zagueiro Fábio Cannavaro faturou o prêmio de melhor jogador do mundo, não se pode dizer que essa é uma tática inválida. Até porque anular Ronaldinho Gaúcho, Deco, Puyol, Giuly e cia não é pouca coisa.
O Barcelona teve mais jogadas de ataque, ameaçou mais o gol? Sim, verdade. Mas futebol é bola na rede e quem fez isso foi o time gaúcho.
Sim, o céu nasceu azul na manhã do último domingo. Mas no mundo da bola, o horizonte é vermelho. Dor de cabeça inimaginável para os gremistas, que ainda têm que ouvir que, para o Internacional se igualar em conquistas com o Grêmio, só falta o título da Série B... Hum, mas acho que esse a torcida vermelha não faz questão não.
Foto: AFP
