segunda-feira, outubro 15, 2007
Sem gols, sem graça, sem futebol...
O futebol do Brasil foi pequeno. Futebol-anão, para ser mais exata. Como o Atchim, o Dengoso, o Feliz, o Soneca, o Mestre, o Zangado e claro... O DUNGA.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Raio-X dos indicados da Fifa
Riquelme: único dos indicados que atuou na AL em 2006/2007Alguns dados sobre a lista são interessantes:
* A Itália é o país com mais jogadores indicados (total de cinco). Em seguida, aparecem França e Inglaterra (quatro indicados cada). A Espanha é boa em comprar, mas não em formar craques: só um espanhol está na lista.
* Em relação aos países onde os listados atuam, Espanha e Inglaterra lideram, com dez jogadores cada. A Itália aparece com seis. Alemanha (três indicados) e França (um indicado) completam a lista. Vale lembrar que os campeonatos espanhol e inglês são os dois mais ricos do planeta, com os clubes que mais arrecadam.
* Já em relação aos clubes, o Barcelona é a casa de sete dos 30 indicados. O milionário Chelsea aparece em segundo com cinco e o Milan é o terceiro com quatro (incluindo o favorito Kaká).
* Há dois goleiros, cinco zagueiros, um lateral, doze meias e dez atacantes na lista.
* Menção honrosa para o argentino Juan Román Riquelme. Ele é o único que conseguiu entrar na lista mesmo atuando a temporada 2006/2007 num clube da América do Sul (Boca Juniors).
segunda-feira, outubro 08, 2007
Parece brincadeira...
Abre o olho, Botafogo!Na sexta-feira (05/10), Carlos Augusto Montenegro já dizia que o recém-demitido treinador poderia voltar ao cargo em 2008. Mas eis que o Botafogo entra em campo no sábado, perde em casa para o Santos e no domingo, os dirigentes encontram a solução mágica: sai Mário Sérgio, entra Cuca.
Não vou discutir a postura do Cuca. Mário Sérgio, que virou bola da vez antes do previsto, já desancou o ex-atual técnico botafoguense, taxando-o de antiético. Mas o que dizer dos dirigentes do Botafogo? O que dizer da falta de planejamento, das decisões tomadas no calor dos acontecimentos, da ausência de profissionalismo e do desrespeito – aos torcedores, aos dois técnicos, ao próprio clube (que com certeza, deve ficar com o ônus das rescisões e contratações-relâmpago)?
Errar é humano, reconhecer o erro é nobre. Mas para tudo há limite. Se Cuca era o homem certo para comandar a equipe alvinegra, por que saiu? Porque era preciso entregar uma cabeça na bandeja? Porque não podiam demitir o time que entrou e entregou o jogo na Argentina? E se Mário Sérgio era um nome tão errado assim, se tinha tão pouca capacidade de assumir o time, porque não contrataram logo uma baiana de escola de samba para ser técnica? Só assim a atitude dos dirigentes do Botafogo fosse aceitável. Ou nem assim...
O mais certo disso tudo é que esses dirigentes vão passar e o Botafogo vai ficar. Bem como este fato ficará registrado na história do clube e do futebol, naquele capítulo reservado aos fatos ridículos do esporte bretão. Aquele, onde estão registrados episódios como os três pênaltis perdidos num só jogo pelo Palermo, o papelão do chileno Rojas, os três rebaixamentos seguidos do Fluminense e por aí vai.
domingo, setembro 23, 2007
Fazendo o canguru-perneta
Valeu por tudo: pelos gols sofridos (sim, detesto essa coisa de ter a defesa zerada, tomar um golzinho só e voltar para casa); valeu pelo teste psicológico (abrir vantagem, perdê-la e sair novamente para fazer o resultado) e claro, valeu pela vaga na semifinal.
Agora, restam quatro equipes: a Noruega, a Alemanha, os EUA e o Brasil. Brasil, único time dos quatro que ainda não foi campeão mundial feminino. Brasil, de Marta, Cristiane, Formiga, Renata Costa, Andréia. Brasil, pronto para fazer história. Brasil que fez o canguru-perneta e bateu a Austrália por 3 a 2. As americanas são as próximas adversárias. E Deus queira, as próximas vítimas... Vai Brasil!
A insônia de Carlos Alberto
Não vou falar sobre o diagnóstico ou discutir as possíveis causas da falta de sono dele para não ser leviana. Mas a notícia me causa surpresa sim. Porque há muito tempo, Carlos Alberto dorme. Em campo.
Apontado como revelação e craque já nos primeiros jogos como profissional no Tricolor carioca, Carlos Alberto foi incensado por torcedores e pela imprensa desde cedo. E talvez por isso, achou-se no direito de sentir-se maior do que de fato é. Podem até listar os títulos que ele conquistou. Para mim, nem sempre quer dizer muito – basta dizer que Zico não tem uma Copa do Mundo no currículo e o Vampeta tem.
Ele foi para o Porto e não mostrou serviço. Culparam a adaptação. Repatriado pelo Corinthians/MSI, foi campeão brasileiro muito mais às custas de Tevez e Nilmar que por seu próprio brilho. Voltou ao Fluminense (campeão da Copa do Brasil em 2007), mas o tricolor jogava melhor quando ele não jogava. Carlos Alberto dormia em campo. Foi bastante vaiado. Só acordava para correr na ponta dos pés como uma bailarina que se arrisca a jogar bola; mas não bailava. Tocado, caía já olhando para o juiz e xingando meio mundo. Craque como acha que é, deve pensar que as defesas tinham obrigação de se abrir diante dele como o Mar Vermelho abriu para Moisés. Tentava jogadas de efeito, como se o passe objetivo – mas bem feito – fosse algo menor. Passou a se preocupar mais com a variação de penteados e menos com a variação de jogadas e a evolução do seu futebol.
Daí meu espanto ao ver que o Werder Bremen se preocupa em fazer Carlos Alberto dormir. Eu já acho que o melhor que ele faz é acordar. Acordar para a vida, para a carreira, para as oportunidades. Acordar do sonho de achar que é um craque, quando é – no máximo – um bom jogador. Acordar antes que caia da cama e se transforme num novo Roger: um meia que também despontou no Flu, foi apontado como craque e ainda hoje, aos 29 anos, não passa de uma “promessa”.
quinta-feira, setembro 20, 2007
A três passos do paraíso

quarta-feira, setembro 19, 2007
Abre o olho, Felipão
Eu, como Deus, não jogo com dados e não acredito em coincidências. A frase aparece no filme "V de Vingança", dita pelo personagem principal. Mas eu concordo com ela. E por isso mesmo, digo: abre o olho, Felipão! Não duvido nada que Mourinho surja no comando da seleção de Portugal.
Fair play em dois atos
Tudo porque, há três semanas, o jogo entre Nottingham Forest e Leicester City, válido pela Copa da Liga Inglesa, precisou ser suspenso porque o zagueiro Clive Clarke, do Leicester, sofreu um problema cardíaco. A partida foi interrompida quando o Nottingham vencia por 1 a 0, mas ainda assim, ninguém do clube hesitou em suspender a partida visando o bem-estar do atleta adversário. Foi o primeiro ato da lição prática de fair play.
Mas o grande ato ainda estava por vir. Partida remarcada, o Leicester City achou justo deixar o adversário marcar um gol no início da nova partida, restaurando o placar de 1 a 0. Para evitar qualquer suspeita de manipulação de resultados em sites de apostas, os dois clubes acertaram que o goleiro Paul Smith, do Nottingham, marcasse o gol. O lance é bastante inusitado, principalmente porque Smith chega a cumprimentar e ser felicitado pelos adversários enquanto caminha com a bola para abrir o placar.
O Leicester acabou vencendo por 3 a 2 de virada. Mas cá entre nós: em tempos de tanta brutalidade – no futebol e no mundo – penso que o clube sairia vencedor mesmo que não conseguisse virar o placar.
sexta-feira, agosto 31, 2007
Será que valeu?
A Fifa enviou nesta sexta (31/08), um fax à CBF, no qual avisa que vai impetrar um recurso no Tribunal Arbitral do Esporte, na Suíça, contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que decidiu pela absolvição de Dodô no caso de doping pela substância femproporex. A decisão foi tomada a pedido da Agência Mundial Antidoping (Wada), que pediu à entidade máxima do futebol uma investigação para explicar os motivos pelos quais Dodô foi absolvido mesmo tendo tido resultado positivo no exame antidoping.
O Botafogo (e principalmente, Dodô) que se cuidem. Isso porque a estratégia do clube que, segundo tenho visto em algumas reportagens do jornal “Extra” não foi lá das mais transparentes, pode não só prejudicar, como pôr fim à carreira do jogador. Se a pena do código brasileiro era de no máximo 120 dias de afastamento dos campos, a da Fifa e a da Wada prevê até dois anos de suspensão. Já seria ruim para um jogador novo, mas para um atleta de 33 anos, pode ser o fim da linha. Será que valeu a pena o “jeitinho brasileiro” do Botafogo neste caso?
O show vai começar (de novo)
GRUPO A: LIVERPOOL, PORTO, OLYMPIQUE DE MARSELHA E BESIKTAS
GRUPO B: CHELSEA, VALENCIA, SCHALKE 04 E ROSENBORG
GRUPO C: REAL MADRID, WERDER BREMEN, LAZIO E OLYMPIACOS
GRUPO D: MILAN, BENFICA, CELTIC E SHAKHTAR
GRUPO E: BARCELONA, LYON, STUTTGART E GLASGOW RANGERS
GRUPO F: MANCHESTER UNITED, ROMA, SPORTING E DÍNAMO DE KIEV
GRUPO G: INTERNAZIONALE, PSV, CSKA E FENERBAHÇE
GRUPO H: ARSENAL, SEVILLA / AEK, STEAUA BUCARESTE E SLAVIA PRAGA (**)
* Em vermelho, estão os cabeça-de-chave.
** Falta a definição da última vaga do grupo H, entre Sevilla e AEK.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Belas homenagens
Rivalidade à parte, torcedores do Sevilla e do Bétis lamentam a morte de Puerta.
Fotos: EFE / Reuters
Triste (e interminável) repetição
terça-feira, agosto 28, 2007
Triste repetição
Sim, a morte de Puerta foi prematura. Mas não sei se pode ser classificada de “inesperada”, tamanha a freqüência de jogadores que têm morrido em campo ou logo após saírem dele. A memória bem recente traz nomes como o de Serginho (São Caetano), Marc-Vivien Foé (Camarões), Miklos Fehér (Benfica) e do brasileiro Lima (Dempo, da Índia). Uma triste repetição que talvez seja resultado direto do futebol que privilegia tanto a parte física e o esforço contínuo do corpo durante as partidas. Basta olhar um jogo da Copa de 70 (referência do futebol-arte) e um qualquer na atualidade. A cadência é completamente diferente; parece até que o campo encolheu e o número de jogadores aumentou. Sem contar o grande número de partidas do calendário.
Índice Edílson
Um fator que tão bem indica isso é o que batizei de “Índice Edílson” (em homenagem à mais “nova” contratação do Vitória em sua tentativa de voltar à Série A). Já algum tempo, os clubes brasileiros – e não só da Série B – anunciam jogadores “veteranos” como se fosse estes fossem a última Coca gelada do planeta. Como se anunciassem que tiraram um Ronaldinho Gaúcho ou um Kaká do plantel de uma grande equipe européia. Foi assim com Vampeta, no Corinthians; com Petkovic, no Santos; com Edílson, no Vitória. E não deixa de ser assim também com Romário, no Vasco. A estratégia parece refletir algumas causas: desespero (o veterano chega sempre como salvador ou como o grande elemento para desequilibrar jogos); miopia gerencial (o dirigente acredita que um grande nome, ainda que em decadência física e técnica, pode melhorar o humor da torcida); franca decadência de um futebol que parece ter cada vez mais orgulho de ser mero produtor e exportador de talentos; pouco planejamento a médio/longo prazos. Resumindo: falta de seriedade, profissionalismo e até irresponsabilidade com o patrimônio alheio (sim, porque um clube não pertence aos dirigentes, por mais que estes pensem o contrário).
E o pobre futebol brasileiro fica assim, do jeito que a gente anda vendo: sem nenhuma estrela com brilho real, escravo de estrelas cadentes (e de pessoas que ficam fazendo pedidos a elas, enquanto o rastro de luz fica para trás). Ou alguém por aí vê algum camisa 10 que realmente seja 10?
Não por acaso, matérias como a do jornal “O Globo”, no último domingo, têm aparecido com freqüência. O título traduz a penúria do nosso futebol: “Procura-se o craque do Brasileiro”. Bom, ele com certeza existe... Mas deve ter ido para algum clube da Europa antes de completar 20 anos.
Aliás, nada mais sintomático sobre Edílson do que seu próprio site oficial. Lá, ele ainda aparece como “Capetinha da Gávea”. Então tá...
segunda-feira, agosto 20, 2007
Gols de letras
Invasão de CampoEste livro tem até slogan “Três listras, dois irmãos, uma briga”. A obra conta a história dos irmãos Adi e Rudolf Dassler, que na década de 20 revolucionaram a indústria de calçados ao criar uma empresa voltada somente para linha esportiva. A empresa? É só unir o nome Adi + as três primeiras letras do sobrenome dele: Adidas. O que poderia ser um sucesso em família virou ressentimento, briga e traição. A sociedade acabou e da separação surgiu outra empresa de artigos esportivos: a Puma. É de fazer babar quem gosta de marketing esportivo, futebol e histórias de bastidores que simples mortais como nós não temos acesso.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Superleague Formula: o futebol invade as pistas
“Dois grandes esportes, um campeonato emocionante”. Com esse conceito, o espanhol Alex Andreu e o inglês Robin Webb criaram a Superleague Formula, um campeonato que une o automobilismo e o futebol. Andreu é especialista em marketing que desenvolveu projetos de mídia e programas de divulgação para os Jogos Olímpicos de Barcelona, a Liga Espanhola de Futebol, a Seleção Espanhola, a FINA, a FIFA e a UEFA. Já Webb é um executivo financeiro conhecido pelas experiências e investimentos nos esportes motores. A idéia dos dois – genial, na minha opinião – é simples: no lugar das escuderias como Ferrari ou Williams, entram times de futebol.
O design dos carros é feito com as cores dos clubes participantes e segundo pesquisa realizada pelos criadores da categoria, vai atrair tanto os apaixonados por esportes motores quanto torcedores de futebol. Lançada em abril, a Superleague já conta com a participação do Milan, do Anderlecht, do Borussia Dortmund, do PSV Eindhoven, do Porto e do Olympiacos, além do Flamengo, que acertou a participação no campeonato no último dia 08, apresentando o modelo do carro rubro-negro em coletiva na Gávea.
Na primeira temporada em 2008, a Superleague Formula terá seis etapas na Europa, com previsão de crescimento para 2009. Todos os carros serão fabricados pela mesma empresa para garantir a igualdade na disputa e terão cerca de 750 cavalos de potência. O que vai fazer diferença mesmo é o piloto – e quem sabe, a força de cada torcida. Esse é o tipo de carrinho que todo amante do futebol gosta de ver e que juiz nenhum pode sequer um cartão amarelo.
Foto: Divulgação / Superleague Formula
quarta-feira, agosto 08, 2007
A teoria...
A frase é do atacante Ronaldo ao jornal “La Gazzetta Dello Sport” e na entrelinha, revela o desejo de retornar a vestir a camisa amarela. Nem tanto na entrelinha, o Fenômeno mostra ainda que não engoliu as críticas de Teixeira, publicadas no Estadão, a respeito do comportamento dos jogadores e da má-forma física do atacante na Copa de 2006.
“Em 2002, quando fomos pentacampeões, ele (Ricardo Teixeira) foi o primeiro a levantar a taça. Agora, ele não pensa duas vezes em nos criticar. A questão do peso nunca foi problema”.
Na teoria, Ronaldo está coberto de razão. Mas na prática...
A prática...
Na prática, há muito tempo a Seleção Brasileira não é do povo. É dos patrocinadores, da empresa que negocia os amistosos da equipe e claro, de Teixeira & Cia, que em julho foi reeleito para mais uma mandato e permanece lá, na CBF, desde 1989. Às vezes, nem dos patrocinadores, como é o caso da Vivo, em pé-de-guerra com o comando da entidade (consulte post sobre o assunto).
Essa mesma Seleção não joga em seu próprio país desde 25 de abril de 2005, quando Romário despediu-se da amarelinha contra a Guatemala.
Na teoria, Ronaldo está certo; a Seleção Brasileira devia ser mesmo dos quase “190 milhões em ação”. Só que a prática revela que, infelizmente, os únicos “milhões em ação” que fazem o movimento “pra frente Brasil” são milhões de dólares (e não mais de corações).
Foto: EFE/UOL
segunda-feira, agosto 06, 2007
Nike x Pirataria

quarta-feira, agosto 01, 2007
Ricardo Teixeira e Sun Tzu
A queda do Brasil em 2006 começou na omissão da CBF“Tinha jogador que chegava entre 4 e 6 da manhã bêbado".
"Era óbvio que aquilo (as badalações dos jogadores e poucos treinos) não ia funcionar. Como é que ninguém via isso?".
"Como é que um atleta (Ronaldo) pode chegar a uma Copa pesando 98 quilos? Eu tenho quase isso e não sou atleta".
"Por isso é que eu preciso de disciplina e esse é o papel de Dunga”.
Não sei se Ricardo Teixeira gosta de ler. E se gosta, se algum dia folheou ou realmente parou para ler a obra “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. O livro foi escrito há mais de 2.500 anos e tem treze capítulos, que abordam eventos e estratégias úteis para uso em um combate. Seja ele na vida profissional, na vida pessoal, na guerra mesmo ou... no futebol. E no décimo capítulo temos o trecho:
“Um general deverá saber as seis situações que apontam a derrota de um exército: quando os soldados fogem, quando eles possuem disciplina negligente, quando o exército está deteriorado, quando se desmorona sob a insurgência, quando é desorganizado e quando foi derrotado. Nenhuma destas situações é conseqüência de catástrofes naturais, elas são decorrentes das falhas dos comandantes”.
Eu nem precisaria ter lido isso para ter uma certeza: se o Brasil perdeu em 2006, não foi culpa dos jogadores que chegavam bêbados pela manhã; nem da badalação em torno deles. Também não foi culpa da falta de pulso de Parreira, nem das gordurinhas de Ronaldo. Parreira estava lá como empregado da CBF e os jogadores, a serviço da mesma. E ninguém pode ser mais culpado e mais errado que Ricardo Teixeira, que comanda a entidade. Culpado de omissão, de conivência e de negligência pela falta de atitudes para mudar o que estava errado. Sem falar da ausência de ética de tocar no assunto agora e da forma que foi feito. Bem que eu queria Sun Tzu na presidência da CBF...








